PSI INFORMA

MPORTANTE COMENTÁRIO RECEBIDO SOBRE AS DIFICULDADES DE ADMINISTRAR NOSSA CIDADE.

Caras e caros,

Repasso este comentário, com autorização da autora, para todos entenderem as dificuldades de conciliar o interesse de todos em uma sociedade do tamanho da nossa metrópole.

abs,
Paulo


É Paulo, administrar a cidade , aliás o estado e o país também é uma loucura. Você imagina que em relação ao lixo do Cantagalo o Projeto de Segurança de Ipanema, junto com a Associação dos Moradores do Cantagalo e a ONG Entrelaces,(autores da iniciativa) teve um trabalhão. Conseguiu que o presidente do metrô deixasse provisoriamente o lixo descer pelo elevador, se responsabilizou pela construção de plataformas para que a Comlurb pudesse colocar containeres etc.

Isto tudo com através de reuniões feitas com a comunidade etc. Estas medidas iriam facilitar muito, muito e muito a limpeza em determinada área do morro. Não seria ainda definitiva porque só quando tiver pronta a obra da rua que vai permitir a subida do caminhão de lixo é que o problema vai ser realmente resolvido.

Enfim, no dia que chegaram os operários para começar a fazer as primeiras plataformas um grupo de moradores, que nunca havia participado de reunião de nada, fez um piquete dizendo que não queria os containeres, porque ninguém queria lixo em frente as suas casas etc.

Voltou tudo à estaca zero.Não desistimos e vamos esperar o comandante da UPP voltar para ver de que forma poderemos agir.

E um absurdo que pessoas que estão vivendo dentro de uma lixeira se recusem a colaborar para melhorar uma situação que é de saúde pública onde eles mesmos e seus filhos são os maiores prejudicados.

Um abraço,


VEJAM COMO É DIFÍCIL O DIA A DIA DA CONSERVAÇÃO DA CIDADE:

O ataque ao patrimônio público da cidade obriga a prefeitura e concessionárias de serviços públicos a apelar à criatividade para reduzir os custos com o vandalismo.
Os óculos da escultura do poeta Carlos Drummond de Andrade, em Copacabana, por exemplo, foram quebrados pelo menos oito vezes até que uma empresa doou equipamentos para que a estátua fosse monitorada por câmeras.

Já a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Rio) conseguiu reduzir o furto de placas de sinalização com uma medida simples: substituiu as placas de metal por similares de plástico, com mensagem no verso informando que não têm valor comercial.

A própria CET-Rio teve que apelar para acabar com o roubo de sinais de pedestres na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca, elevando a altura de instalação. A Light, que também convive com roubo de peças metálicas de suas galerias, passou a instalar câmeras e sensores. A Cedae e a RioLuz também tiveram que substituir os modelos de tampa de bueiros para evitar que sejam furtados. Na Praça Quinze, escadas rolantes foram substituídas por rampas, devido ao furto de peças.

O GLOBO (RJ) • RIO • 13/4/2011
Canaletas laterais serão transferidas para o teto, o que dificultará ação de ladrões; medida vai ser levada a outros túneis

O TÚNEL Acústico terá a fiação de energia transferida para o teto, como parte das obras de modernização

A prefeitura do Rio decidiu adotar no Túnel Zuzu Angel uma nova estratégia para tentar acabar com o roubo de cabos de energia que acabam em ferros-velhos e revendidos como sucata. O secretário municipal de Conservação, Carlos Roberto Osório, aproveitou as obras de modernização da iluminação do Zuzu Angel e do Túnel Acústico, que incluem a substituição das lâmpadas tradicionais por outras de led (mais econômicas), para transferir os cabos das paredes para canaletas que são fixadas no meio do teto.
- Por mês nós registramos, em média, um caso de furto de cabos. A escuridão põe em risco a segurança dos motoristas e dá prejuízos à prefeitura. Apenas em 2010 foram levados quase três mil metros de cabos - contou Osório.
Os 3.800 metros de canaletas estão sendo instalados bem no meio da abóbada do túnel e funcionam como uma espécie de minigaleria de serviços. Agora, para que os cabos sejam furtados, o ladrão teria que correr o risco de colocar numa escada no meio da via e subir nela em meio ao trânsito. Antes do novo sistema, os bandidos forçavam as placas de metal instaladas para isolar os fios.
Osório acrescentou que o sistema será implantado em outros túneis da cidade que sofrem com furtos de cabos e que não têm câmeras de vídeo para monitoramento o trânsito, como ocorre na Linha Amarela e no Rebouças. O Elevado do Joá, que liga a Barra à Zona Sul e vive às escuras, é uma das prioridades. O Túnel Noel Rosa, em Vila Isabel, também terá a fiação transferida.
A Secretaria de Conservação também começou ontem um programa para recuperar o mobiliário urbano das áreas do projeto Rio Cidade, conforme as características originais. O programa foi iniciado no Leblon, mas esbarrou em dificuldades. Uma delas é o fato de não haver no mercado peças para reposição. Como alguns itens originais foram feitos sob medida para o projeto, as novas peças a ser fabricadas podem não ser idênticas.
- Isso acontece, por exemplo, com peças dos postes que iluminam as calçadas da Avenida Ataulfo de Paiva. A iluminação é feita por refletores de forma indireta. O problema é que 80% dos refletores usados não funcionam porque os rebatedores estão quebrados e não existe peça de reposição. Estamos discutindo com o escritório do arquiteto Índio da Costa (autor do Rio Cidade do Leblon) o que fazer - disse o secretário de Conservação.
O ataque ao patrimônio público da cidade obriga a prefeitura e concessionárias de serviços públicos a apelar à criatividade para reduzir os custos com o vandalismo. Os óculos da escultura do poeta Carlos Drummond de Andrade, em Copacabana, por exemplo, foram quebrados pelo menos oito vezes até que uma empresa doou equipamentos para que a estátua fosse monitorada por câmeras.
Já a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Rio) conseguiu reduzir o furto de placas de sinalização com uma medida simples: substituiu as placas de metal por similares de plástico, com mensagem no verso informando que não têm valor comercial.
A própria CET-Rio teve que apelar para acabar com o roubo de sinais de pedestres na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca, elevando a altura de instalação. A Light, que também convive com roubo de peças metálicas de suas galerias, passou a instalar câmeras e sensores. A Cedae e a RioLuz também tiveram que substituir os modelos de tampa de bueiros para evitar que sejam furtados. Na Praça Quinze, escadas rolantes foram substituídas por rampas, devido ao furto de peças.

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